2011: Ano de Conquistas!

Sim, em todos os sentidos, essa foi a tônica deste período cronológico que se encerra. Um ano muito bom, talvez até o melhor!

Reencontros, propositais ou casuais, viagens, oportunidades artísticas/profissionais, novas pessoas chegando, votos de confiança conquistados, novas amizades cultivadas, velhos amigos voltando, momentos absolutamente emocionantes, viscerais e inesquecíveis (destacando os shows do U2 e a volta pra casa após a festa de fim de ano :) ), novos problemas e dificuldades para administrar também.

Houve momentos em que conseguir dar o meu melhor, outros que não consegui e ainda outros que não quis conseguir. Essa é a realidade. Seja por achar que não ia valer a pena, ou por falta de humildade ou até sensibilidade.

Muitas alegrias, algumas tristezas (ora superficiais, ora profundas), muito aprendizado, alguns amadurecimentos, tomadas de consciência e escolhas. Fazemos escolhas toda a hora e todo o dia. Algumas muito bem sucedidas, outras apenas levadas pela impulsividade ou até por carência. Faz parte. Conforme vamos colocando um olhar mais apurado sobre essas questões conseguimos direcionar o que de fato é importante a nós e o que (e quem) deve ser deixado para segundo plano.

Para 2012 eu espero que a palavra seja “consolidação”. E isso vale p/ tudo. A fórmula continua a mesma: conhecer, escolher, plantar, cultivar e colher. O tempo continuará incerto, por isso que cada vez mais devemos estar preparados para todos os “sins” e “nãos” que vamos ouvir. Ter inteligência nos pensamentos, sensibilidade no olhar, força nas atitudes, saúde no corpo, paz no coração, coerência nos comportamentos e, como não poderia deixar de citar, DISPOSIÇÃO! Nada disso acontece se ela não existir. É fato que de vez em quando ela falta, mas nada melhor do que se apegar no que (em quem) nos incentiva a buscá-la.

Que estejamos sempre dispostos a continuar sonhando sem tirar os pés do chão.

Até mais,

Abraços,

Guilherme

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Oportunidades: sabemos aproveitá-las?

Elas estão sempre por aí, muitas vezes nos surpreendendo, surgindo em momentos inesperados, mas é justamente aí que elas devem aparecer.

É comum acharmo que não estamos preparados dispostos para vivenciar alguma experiência, mas é nessas horas que devemos olhar por um outro ponto de vista. É justamente aí que as oportunidades estão. Será que isso não está acontecendo justamente por que preciso mudar algo em mim, para que eu possa tirar proveito dessa situação a meu favor? Quantas vezes enfrentamos algo que não compreeendemos bem, e só vamos fazê-lo muito tempo depois, com aquele famoso: “Ah, agora eu entendi porquê aconteceu aquilo!”? E se tivéssemos tido uma visão positiva na época, será que não sofreríamos menos? Será que não teríamos passado por aquela situação de forma mais saudável?

Nem sempre conseguimos perceber esses detalhes, mas se analisarmos os fatos e as “coincidências” da vida com um pouco mais de profundidade (e às vezes frieza) vamos perceber o quanto estamos rodeados de oportunidades para fazer algo novo, diferente, melhorar em algum aspecto, contribuir com algo, ajudar alguém, ou (principalmente) a si mesmo. Esse é o grande ‘lance’. Saber identificar, selecionar, e aproveitar as oportunidades que sempre aparecem é bom para nós mesmos, faz parte do nosso aprendizado, do nosso crescimento. Muitas vezes é também um exercício de humildade, onde devemos colocar nossa inteligência acima do nosso orgulho para usufruirmos dos benefícios que cada oportunidade nos dá.

Todos queremos encontrá-las, e elas estão sempre por aí, explícitas ou não. Cabe a nós usarmos uma visão mais ampla para não deperdiçá-las, pois dificilmente elas voltam.

Desde que nascemos, ganhamos a oportunidade de sermos felizes, estamos levando isso a sério mesmo?

Até mais,

Abs,

Guilherme

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What am I doing wrong?

It´s hard never do this question to ourselves in some moment of our life. We make things right and wrong, but I believe we have the intention to always give our best. So, if everybody is here to teach and learn, why sometimes we have the really impression that somebody are trying to do everything against us? They don´t know that these actions come back to them?

Sometimes I think we must deserve this kind of situations, but besides of spiritual questions, what´s the sense in put our pride (the bad pride) above of good relationship between the people? It´s so hard to we understand that we have just ONE life (it´s not my intention discuss this) to build a better world? And when I talk “world”, I´m talking about “our world”, family, friends, neighboors, work, etc.

I´m not talking something new, everybody say these things. But have people the “conscience” about these facts? Unfortunately I don´t think so and this conscience is necessary to put it in practice.

See you,

Hugs,

Guilherme

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É tempo de recomeçar

Sim, renovar-se é preciso, em vários sentidos e situações. Reavaliar antigas formas de pensar, ser e agir, filtrar aquilo que realmente vale a pena, que é saudável, produtivo e deixar para trás velhos hábitos que não valem (ou não tem valido) a pena.

Isso não precisa ser feito apenas para nós mesmos, mas em relação às outras pessoas também. Quem são os contatos que fazem a vida valer a pena? Quem são aquelas pessoas que DE FATO fazem questão da sua cia? Conhecemos tanta gente que parece ser interessante, mas na verdade não é difícil percebemos que nem todas estão (ou querem estar) “sintonizadas” conosco. É natural, isso não significa ser melhor ou pior que alguém, apenas os momentos que vivemos não são os mesmos, o que implica em buscas distintas.

Mas ainda sobre a renovação individual, penso que temos que ter alguns cuidados. Saber reconhecer o que é essencial à nossa personalidade, o que deve ser desprezado, o que pode ser melhorado, onde estão as oportunidades (pessoais, profissionais) que queremos alcançar e o que precisamos renovar para alcançá-las.

Bons momentos tem acontecido, lugares novos foram conhecidos, mas principalmente novas PESSOAS tem chegado até mim. E são elas que podem fazer tudo valer a pena.

Até mais,

Abs,

Guilherme

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Nostalgia x Futuro

Engraçado quando a gente olha pra trás e vê uma série de ótimos momentos que passamos na cia de pessoas maravilhosas e de repente nos vemos querendo de alguma forma reeditar esses momentos, mesmo sabendo que essas pessoas já não estão mais conosco da forma que estavam antes.

Nada disso é ruim, pelo contrário: geralmente demonstra uma evolução da qual todos nós devemos ter. Mas se temos essa sensação nostálgica, é porque algo ficou de bom, e naturalmente queremos ter essa mesma emoção, mesmo que com outras pessoas. A frustração é perceber que tudo muda, e que as pessoas de hoje não são iguais, tem outras qualidades, e outros defeitos, gerando outros momentos.

Não nos esqueçamos também que nós mudamos! SIM! Mas será que essas mudanças foram suficientes? Talvez tenhamos ficado mais exigentes, “subindo o nível” das nossas expectativas. Isso não é bom?

O passado deve servir como referência, mas não como uma eterna lembrança saudosa e distante. A chave é saber aproveitar as novas experiências e extrair o que elas tem de melhor. Mas, esses novos momentos podem ser tão bons quanto os anteriores? O que temos que mudar para percebermos uma nova realidade e saber absorver as coisas boas das novidades que nos acontecem?

O fato é que indenpendente das expectativas serem atendidas ou não, o que fazemos de bom coração sempre vale a pena!

Até mais,

Abs,

Guilherme

Sonhos x Realidade

Aqui estamos no final de mais um mês, que não foi apenas mais um. As expectativas sobre ele foram altas, e foram correspondidas, às vezes até superadas! É fato que mudanças de planos também aconteceram, mas vejo que foram novos formatos de boas oportunidades.

O mês teve de tudo: shows, aniversário, comemorações, descanso, trabalho, feriados, início de estudos, novos contatos, novas perspectivas, desafios, aprendizados e, acima de tudo, um grande sonho realizado! Ah sim, quem diria que ele seria realizado de forma tão especial, com tantos significados e rodeado de tantas “coincidências” (na verdade, elas não existem)? Tanto esse quanto qualquer outro sonho só é realizado através de um aspecto principal, o qual tenho insistentemente comentado aqui: DISPOSIÇÃO! Sempre ela, nesse caso junto com a crença do que poderia acontecer. Elas que me impulsionaram a fazer o cadastro na ONE.org, muitos anos atrás, e a refazê-lo como voluntário para os shows do U2. E após 2 dias intensos de trabalho, lá estava eu no palco junto com outros grandes voluntários durante a Walk On! Tremendo de nervoso no sábado, mas tranquilo no domingo. E o que dizer de dois conhecidos que estavam tão próximos de mim na Red Zone e que conseguiram registrar esse momento em fotos? Mais provas de que coincidências não existem. A mesma disposição esteve presente nos outros voluntários, até então desconhecidos, que me fizeram cia durante os shows. Todos motivados, felizes, animados, companheiros, como se já nos conhecêssemos há muito tempo. Naturalmente que continuamos empolgados a trabalhar pela ONG, quem sabe aqui no Brasil?!

Por mais marcantes que tenham sido esses eventos, outros acontecimentos foram igualmente relevantes, cada um à sua maneira. Para resumi-los diria que se tratam de conquistas, de longo prazo, após erros e acertos, projeções e adiamentos. Alguns ainda estão se concretizando, com paciência, sabedoria e, claro ajuda de pessoas DISPOSTAS a compartilhar comigo esses momentos!

Novos sonhos estão por vir, novas expectativas a se realizar, novos erros a se cometer e novos acertos também. Às vezes nos pegamos pensando se devemos mesmo fazer algo, tamanhas são os imprevistos e as dificuldades. É aí que avaliamos o quanto queremos transformar nossos sonhos em realidade.

Até mais,

Abs,

Guilherme

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O primeiro passo

Chega a ser engraçado: há um (ou mais) problema(s) envolvendo ao menos duas partes. Naturalmente uma delas (se não as duas) deve ser pró-ativa e se manifestar para resolvê-lo, certo? Então, a parte engraçada da história é que quem não se manifestou, muitas vezes também não aceita que há um problema a ser resolvido e não demonstra disposição nenhuma em querer resolvê-lo.

É obvio que cada um de nós temos nossas dificuldades de lidar com certas coisas e temos também nosso próprio momento para endereçar algumas questões, mas nos esquecemos que a vida é uma só, não temos tempo de passá-la a limpo. Ou seja, um problema mal resolvido = oportunidades perdidas, bons momentos jogados fora, conversas saudáveis, APRENDIZADOS!

Estamos aqui para mais alguma coisa além de aprender? E se todos estamos nessa situação, também estamos ensinando algo. Então, porque tanta resistência em aceitar o novo, o diferente, o inovador? Nem sempre vale a pena ficar se prendendo a conceitos de certo X errado, o mundo mudou e quem não se adapta, morre (lembram da teoria da seleção natural, by Charles Darwin?). Não necessariamente fisicamente, mas falece por dentro, fica se remoendo, brigando c/ as próprias frustrações, feito uma pedra que não deixar uma água furá-la.

O que fazer? Creio que haja poucas coisas tão recompensadoras para o ser humano do que ter a consciência tranquila. Pergunte-se: estou fazendo o meu melhor, dentro das minhas limitações? Se a resposta for sim, continue de boa. É frustrante ver que alguns esforços nossos demoram a surtir resultados, mas não somos senhores do tempo, ainda mais quando esse tempo não envolve apenas a nós. Se a resposta for não, pare e pense que as coisas só mudam quando temos DISPOSIÇÃO para mudá-las. Se plantarmos uma semente melhor, podemos colher também um fruto mais saboroso.

O primeiro passo não pode ser o único.

Até mais,

Abs,

Guilherme

Procuram-se

Procuram-se pessoas DISPOSTAS a:
- compartilhar e a celebrar vitórias;
- te apoiar nas tristezas e momentos difíceis;
- pedir desculpas ao te julgar errado ou ao esbarrar sem querer com alguém pela rua;
- perdoar verdadeira e permanentemente os erros de outrem;
- repensar a forma de ser, agir e pensar ao perceber que está magoando os outros ou simplesmente deixando de agradá-los;
- dialogar aberta e civilizadamente, escutando o outro lado com atenção e não apenas ouvindo-o;
- ter empatia pelas pessoas que lhe são queridas;
- saber orientar e corrigir as falhas alheias, mas sem aquele orgulho do tipo “bem que eu te avisei”;
- praticar as lições “escutadas” ao longo da vida;
- demonstrar seus reais sentimentos, sejam eles bons ou ruins;
- fazer a sua parte para SER FELIZ!

Tá difícil encontrar. Alguém aí se habilita a me ajudar?

Até mais,

Abs,

Guilherme

Virando páginas

Janeiro já se foi, fevereiro já está se encaminhando pra metade e as coisas continuam caminhando! Cada assunto sendo endereçado a seu modo, com novos desafios, aprendizados e visões. Creio que uma palavra importante tem sido o ‘desprendimento’.
Jogar fora tudo que não serve, tudo que remete ao passado, uma verdadeira faxina mental. É assim que vai continuar acontecendo. Se prender aos sonhos sim, mas apenas àqueles cujos passos de hoje sejam reais, com pessoas reais.

Deixar o passado para trás é viver o presente para receber o futuro!

Até mais,

Abs,

Guilherme

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Breve retrospectiva 2010

Aqui estamos, mais um 31/12 que logo ficará p/ trás c/ um ano inteiro pela frente. Acredito que “ano novo” é uma continuação normal da vida, a divisão cronólogica que temos hoje é algo para nos organizarmos em sociedade, mas por si só não nos traz nada de novo, necessariamente. Os erros e acertos continuam sendo feitos, os aprendizados serão absorvidos, as alegrias e tristezas também estarão presentes nesse “novo” período. Portanto, cabe a nós fazermos de 2011 um ano que traga de fato novidades, em todos os sentidos. Aí sim ele será um ano NOVO!

A qualquer momento podemos começar uma vida nova, mudar, melhorar, refletir, fazer um balanço, n precisamos esperar o fim do ano cronológico do calendário cristão, certo? Claro que esse período sugere todo um cenário especial, e que pode ser aproveitado para uma avaliação dos últimos 12 meses, ou das últimas semanas, dias, horas, etc. Mas não esperemos datas específicas para isso, afinal a vida só para p/ quem fica parado nela.

Dito isso, podemos fazer uma retrospectiva de 2010, mas sem o “peso” de que o dia 01/01 vá nos trazer um mundo de coisas novas. As perspectivas e propósitos de mudança são todos válidos, devem existir, mas NADA acontece de forma consistente do dia p/ a noite. Tudo é um processo, mas divagações à parte, exercitemos nossa memória (não necessariamente em ordem de importância):

1) Música: aaahhhhh, os shows de 2010! Acredito que um dos melhores anos, senão o melhor. :) A ansiosa espera da mistura Rock + Encanto dos Cranberries e sua fantástica vocalista Dolores O´Riordan… valeu muito a pena! Passando pelo hard rock competente do Aerosmith e do Scorpions, este em sua despedida dos palcos. A força do Rush, o power trio canadense que voltou pra cá p/ q eu pudesse curtir MUITO mais do que em 2002. A SENSACIONAL apresentação do velho Macca! Sim, eu vi um Beatle antes de morrer! Por todo o contexto e peso histórico, o SHOW DO ANO! Pra fechar com chave de ouro, gravação do DVD dos Paralamas do Sucesso no RJ, com direito a simpáticas conversas com o power trio Bi, Barone e Herbert! Não posso esquecer do presente de Natal que só será entegue no meu próximo aniversário: U2!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Não dá pra reclamar, mas tão faltando uns artistas nacionais aí, é uma boa p/ o ano q vem. Não posso deixar passar em branco os 10 anos da banda Sopro Divino! Sem dúvida um grande trabalho! :)

2) Profissionalmente, grandes experiências. Sem entrar em detalhes, houve oportunidades (inclusive artísticas!), aprendizados, crescimento e perspectivas. Consolidando bons relacionamentos, obtendo reconhecimento de várias formas ;) Os desafios continuam, geralmente aumentando!

3) No campo pessoal, o nível de detalhes será quase zero, por motivos óbvios. Ficam os aprendizados, os sentimentos, os momentos bons e maus, que dariam páginas e mais páginas de texto, mas maiores exposições não vem ao caso.

Hora de escrever um novo livro chamado 2011, ou na verdade um capítulo novo que não nos permite ensaio, afinal a vida acontece de verdade, todos os dias.

Até mais,

Abs,

Guilherme

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